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"Aproveitemos o tempo para santificação nossa e dos nossos parentes e amigos. Solicitam orações, que estaremos rezando juntos, em união de orações aos Sagrados Corações."

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"Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém."

quarta-feira, 28 de março de 2012

Nas mãos de Deus

Uma poesia/oração de Santa Teresa de Ávila:

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NAS MÃOS DE DEUS

(em espanhol, português e italiano)

EN LAS MANOS DE DIOS
NAS MÃOS DE DEUS
NELLE MANI DI DIO



Vuestra soy, para Vos nací:
¿Qué mandáis hacer de mí?
Sou vossa, sois o meu Fim:
Que mandais fazer de mim?
Sono nata per Te, per Te è il mio cuore.
Dimmi che vuoi da me, dimmi, Signore!



Soberana Majestad,
Eterna sabiduría,
Bondad buena al alma mía;
La gran vileza mirad
Dios, Alteza, un Ser, Bondad,
Que hoy os canta amor así.
¿Qué mandáis hacer de mí?
Soberana Majestade
E Sabedoria Eterna,
Caridade a mim tão terna,
Deus uno, suma Bondade,
Olhai que a minha ruindade,
Toda amor, vos canta assim:
Que mandais fazer de mim?
Sapienza eterna,
altezza inaccessibile,
Signor dell’alma mia,
non ti sdegnar se, del suo nulla immemore, oggi il mio cuor vorria
a Te dolce innalzare inno d’amore.
Dimmi che vuoi da me, dimmi, Signore!



Vuestra soy, pues me criastes,
Vuestra, pues me redimistes,
Vuestra, pues que me sufristes,
Vuestra, pues que me llamastes.
Vuestra, porque me esperastes,
Vuestra, pues no me perdí:
¿Qué mandáis hacer de mí?
Vossa sou, pois me criastes,
Vossa, porque me remistes,
Vossa, porque me atraístes
E porque me suportastes;
Vossa, porque me esperastes
E me salvastes, por fim:
Que mandais fazer de mim?...
Son tutta tua; la tua bontà ineffabile m’ha dal nulla creata,
m’ha redenta
e chiamata in questo ospizio, ed io fui sempre ingrata!
Ma di dannarmi mai ti resse il cuore.
Dimmi che vuoi da me, dimmi, Signore!



¿Qué mandáis, pues, buen Señor,
Que haga tan vil criado?
¿Cuál oficio le habéis dado
a este esclavo pecador?
Veisme aquí, mi dulce amor,
amor dulce, veisme aquí:
¿Qué mandáis hacer de mí?
Que mandais, pois, bom Senhor,
Que faça tão vil criado?
Qual o ofício que haveis dado
A este escravo pecador?
Amor doce, doce Amor,
Vede-me aqui, fraca e ruim:
Que mandais fazer de mim?
Che cosa vuoi, o mio Signor,
che faccia per Te quest’alma mia,
sì incapace ad oprar,
sì miserabile,
sì peccatrice e ria?
Eccomi quivi ai piedi tuoi, mio Amore:
Dimmi che vuoi da me, dimmi, Signore!



Veis aquí mi corazón,
yo le pongo en vuestra palma:
mi cuerpo, mi vida y alma,
mis entrañas y afición.
Dulce Esposo y Redención
pues por vuestra me ofrecí:
¿Qué mandáis hacer de mí?
Eis aqui meu coração:
Deponho-o na vossa palma;
Minhas entranhas, minha alma,
Meu corpo, vida e afeição.
Doce Esposo e redenção,
A vós entregar-me vim:
Que mandais fazer de mim?
La mia vita, il mio cuor,
il corpo e l’anima,
quanta, Signor, io sono,
tutto ai tuoi piedi,
o Sposo mio dolcissimo,
tutto depongo e dono,
ed in ostia mi consacro a Te d’amore.
Dimmi che vuoi da me, dimmi, Signore!



Dadme muerte, dadme vida;
dad salud o enfermedad,
honra o deshonra me dad;
dadme guerra o paz crecida,
flaqueza o fuerza cumplida,
que a todo digo que sí.
¿Qué queréis hacer de mí?
Morte dai-me, dai-me vida;
Saúde ou moléstia dai-me;
Honra ou desonra mandai-me;
Dai-me paz ou guerra e lida
Seja eu fraca ou destemida,
A tudo direi que sim:
Que mandais fazer de mim?
Vita o morte,
trionfo oppur infamia,
infermità o salute,
sia che in pace Tu mi voglia o in orride
pene continue e acute
tutto accetta e gradisce questo cuore:
Dimmi che vuoi da me, dimmi, Signore!



Dadme riqueza o pobreza,
dad consuelo o desconsuelo,
dadme alegría o tristeza,
dadme infierno o dadme cielo,
vida dulce, sol sin velo:
pues del todo me rendí,
¿Qué mandáis hacer de mí?
Dai-me riqueza ou pobreza,
Exaltação ou labéu;
Dai-me alegria ou tristeza,
Dai-me inferno ou dai-me céu;
Doce vida, sol sem véu,
Pois me rendi toda, enfim:
Que mandais fazer de mim?
Dammi ricchezza o in povertade astringimi,
inferno dammi o cielo,
vita sepolta fra più dense tenebre
o senza velo:
a tutto mi sommetto, o dolce Amore:
Dimmi che vuoi da me, dimmi, Signore!



Si queréis, dadme oración;
si no, dadme sequedad,
si abundancia y devoción,
y si no esterilidad.
Soberana Majestad,
sólo hallo paz aquí:
¿Qué mandáis hacer de mí?
Se quereis, dai-me oração;
Se não, dai-me soledade;
Abundancia e devoção,
Ou míngua e esterilidade.
Soberana majestade,
A paz só encontro assim:
Que mandais fazer de mim?
L'alma, se vuoi, di gioia inalterabile
oppur d'assenzio inonda;
divozione, orazione, ratti ed estasi
o siccità profonda:
nel tuo volere trova pace il cuore:
Dimmi che vuoi da me, dimmi, Signore!



Dadme, pues, sabiduría,
o, por amor, ignorancia;
dadme años de abundancia,
o de hambre y carestía.
Dad tiniebla o claro día,
revolvedme aquí y allí:
¿Qué mandáis hacer de mí?
Dai-me, pois, sabedoria,
Ou, por amor, ignorância;
Anos dai-me de abundância,
Ou de fome e carestia;
Dai-me treva ou claro dia,
Vicissitudes sem fim:
Que mandais fazer de mim?
Sia che il mondo per sapienza illumini o per stoltezza attristi,
sia che giorni d’abbondanza attendanmi o d’ogni ben sprovvisti,
inalterato t’avrò sempre amore.
Dimmi che vuoi da me, dimmi, Signore!



Si queréis que esté holgando
quiero por amor holgar;
si me mandáis trabajar,
morir quiero trabajando:
decid dónde, cómo y cuándo,
decid dulce Amor, decid:
¿Qué mandáis hacer de mí?
Se me quereis descansando,
Por amor o quero estar;
Se me mandais trabalhar,
Morrer quero trabalhando.
Dizei: onde? Como? E quando?
Dizei, doce amor, por fim:
Que mandais fazer de mim?
Se vuoi che vita spensierata godami, vo’ qui per Te gioire;
se vuoi che assidua nel lavor m’estenui,
vo’ nel lavor morire: quanto a Te piace, tutto accetta il cuore:
Dimmi che vuoi da me, dimmi, Signore!
Dadme Calvario o Tabor,
desierto o tierra abundosa;
sea Job en el dolor,
o Juan que al pecho reposa;
sea viña fructuosa,
o estéril, si cumple así:
¿Qué mandáis hacer de mí?
Dai-me Calvário ou Tabor;
Deserto ou terra abundante;
Seja eu como Jó na dor,
Ou João sobre o peito amante;
Seja vinha luxuriante
Ou, se quereis, vinha ruim:
Que mandais fazer de mim?...
Vengan gli strazi del Calvario o vengano pur del Tabòr gli incanti;
goda, Giovanni, sul tuo petto, o spasimi Giobbe, fra pene e pianti;
vite frondosa o sterpo senz’umore:
Dimmi che vuoi da me, dimmi, Signore!



Sea José puesto en cadena,
o de Egipto adelantado,
o David sufriendo pena,
o ya David encumbrado.
Sea Jonás anegado,
o libertado de allí:
¿Qué mandáis hacer de mí?
Ou José encarcerado
ou José Senhor do Egito.
Ou Davi sofrendo aflito,
ou Davi já sublimado.
Ou Jonas ao mar lançado,
ou Jonas salvo por fim:
Que mandais fazer de mim?
Giuseppe per calunnia chiuso in carcere o vicerè d’ Egitto;
Davidde sovra il trono e nella gloria o per deserti afflitto;
Giona nel pesce o accolto banditore:
Dimmi che vuoi da me, dimmi, Signore!



Esté callado o hablado,
haga fruto o no le haga,
muéstrame la ley mi llaga,
goce de Evangelio blando;
esté penando o gozando,
sólo Vos en mí vivid.
¿Qué mandáis hacer de mi?
Já calada, já falando,
Traga frutos ou não traga,
Veja eu na Lei minha chaga,
Ou goze evangelho brando;
Quer fruindo, quer penando,
Sede a minha vida, enfim!
Que mandais fazer de mim?
Parli oppur taccia, inaridisca o prodiga frutti in fecondo seme
di terror la tua legge inondi l’anima o di gioconda speme:
per Te soltanto pulserà il mio cuore:
Dimmi che vuoi da me, dimmi, Signore!



Vuestra soy, para Vos nací,
¿Qué mandáis hacer de mí?
Pois sou vossa, e vós meu fim:
Que mandais fazer de mim?
Sono nata per Te, per Te è il mio cuore.
Dimmi che vuoi da me, dimmi, Signore!




Santa Teresa de Ávila
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