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Este blog tem a modesta pretensão de divulgar somente orações CATÓLICAS, conforme a Santa Tradição da Igreja. Pedimos a caridade de nos informar eventual erro de digitação e/ou tradução, ou link quebrado (vejam o formulário no menu lateral). Gratos.

Pedido

"Aproveitemos o tempo para santificação nossa e dos nossos parentes e amigos. Solicitam orações, que estaremos rezando juntos, em união de orações aos Sagrados Corações."

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"Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém."

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Jaculatórias...

Purificai a minha alma
ó Sangue adorável

Sete Dores e Alegrias de São José

Sete Dores e Alegrias de São José


Primeira Dor de São José

Oh! Esposo puríssimo de Maria Santíssima, glorioso São José, assim como foi grande a amargura de vosso coração na perplexidade de abandonardes vossa castíssima Esposa, assim foi inexplicável a vossa alegria, quando pelo Anjo vos foi revelado o soberano mistério da encarnação.

Por esta vossa dor e por esta vossa alegria, vos rogamos a graça de consolardes agora e nas extremas dores, a nossa alma com a alegria de uma boa morte semelhante à vossa entre Jesus e Maria.

Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Santa Missa Tridentina: o que é?

Para o leitor que costuma acessar o blog em busca das belas orações católicas que incrementam a devoção, hoje vou falar sobre a 

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SANTA MISSA TRIDENTINA


A Missa Tridentina é o rito da Santa Missa definido pelo Papa São Pio V, em 1570, na Bula Quo Primum Tempore (PDF). Também chamada de Missa Tradicional, Missa de Sempre e Missa de São Pio V, não trata-se de um invento, nem de uma reforma. A Missa Tridentina é uma codificação, uma restituição, uma unificação da Missa Romana, sempre celebrada na Santa Igreja Católica, desde o tempos dos Apóstolos.

A MISSA TRADICIONAL

Artigo de Michel Boniface, Pbro.


O culto devido a Deus

O primeiro dever do homem é adorar a Deus, prestar-lhe o culto de adoração, de louvor, de ação de graças que Lhe é devido. Dar culto de adoração a Deus significa reconhecer a Deus como nosso Criador e Senhor. Ele nos criou, d´Ele dependemos. Damos-Lhe também graças por todos os benefícios que recebemos d´Ele. Pedimos-Lhe perdão por nossas faltas e pecados e, finalmente, pedimos-Lhe também o que necessitamos para a nossa vida e salvação eterna. Em concreto, estes são os quatro fins da Santa Missa.
Este culto não é somente pessoal, individual, mas é sobretudo um culto público, ordenado e prescrito pela Igreja, sob a moção do Espírito Santo.
Deste culto oficial se ocupa a Liturgia. A palavra Liturgia vem do grego leiton ergon que significa obra ou ministério público. “A Liturgia é, portanto, o culto público e oficial que a Igreja presta a Deus e ao mesmo tempo santifica os fiéis”[1].
O padre Gregório Martínez de Antoñana escreve: “A Liturgia, em sentido geral e objetivo, é o mesmo que o culto público da Igreja, e pode definir-se: o conjunto de ações, de fórmulas e de coisas com que, segundo as disposições da Igreja Católica, se dá culto público a Deus”[2].
Como a Igreja é o Corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo, que por meio dela continua a sua função sacerdotal através dos séculos, num sentido mais teológico e completo pode definir-se a Liturgia com o Papa Pio XII: “é todo o culto público do Corpo Místico de Jesus Cristo, ou seja, da Cabeça e dos seus membros”.
E mais brevemente: “A Liturgia é o exercício do sacerdócio de Jesus Cristo pela Igreja”[3]. A Liturgia é a teologia feita oração.
Pertencem a Liturgia: o Santo Sacrifício da Missa, que é a sua alma e o seu centro; o ofício divino, que gira e se desenrola em torno da Missa. O ofício divino chama-se também Breviário, livro que contém as orações oficiais da Igreja que cada sub-diácono, diácono, sacerdote, bispo e Papa fazem oito vezes por dia para a Igreja e todos os seus Filhos.
Pertencem também à Liturgia os Sacramentos, Sacramentais (bênçãos); e todos os ritos e cerimônias, símbolos e vestidura, vasos e lugares sagrados bem como os cantos e melodias que a Igreja usa para concretizar este culto público e solene.
A Liturgia constitui a vida mesma da Igreja, do Corpo Místico de Cristo. Por isso, tem um poder para a santificação das almas verdadeiramente admirável. Por meio da Liturgia católica, ascendem ao céu a adoração, a ação de graças, os pedidos de perdão e de ajuda dos fiéis e, por meio desta mesma Liturgia, descem sobre os homens a misericórdia, ajuda, proteção de Deus sobre os fiéis católicos e sua Santa Madre, a Igreja.
A liturgia constitui o meio mais poderoso que tem a Igreja para converter as almas, santificá-las e protegê-las. A Liturgia é o meio mais poderoso para comunicar a fé católica no Sacrifício de Cristo renovado sobre o altar com a mesma eficácia. Por esta razão, desde os primeiros séculos se diz: Lex orandi, Lex credendi. A lei da oração, a maneira de rezar, nos diz a lei da crença, quer dizer, a maneira de rezar, de prestar culto a Deus, demonstra o que cremos.
Durante séculos, a fé católica foi comunicada por meio da Liturgia, na qual estão concentradas todas as verdades do Credo católico. Na história da Igreja existem os construtores e os destruidores da Liturgia. Alterar, modificar a Liturgia da Missa, por exemplo, pode ter conseqüências incalculáveis sobre a fé do povo e dos sacerdotes: essa alteração pode destruir sua fé, corromper sua moral e precipitá-los na decadência e apostasia. Os povos protestantes nos dão o exemplo. Tendo mudado a sua Liturgia, mudaram a sua fé e fizeram-se hereges e atualmente ateus em muitos lugares. No século XVI, na Inglaterra, o sacerdote herege Thomas Cranmer mudou a Liturgia da Missa do latim para o inglês; uns anos depois, a Inglaterra perdeu a fé católica e impediu a cristianização do mundo opondo-se às nações católicas missionárias como Espanha e Portugal.  

Origem, desenvolvimento e definição da Missa Católica Tradicional

A Missa Católica chamada Missa Tradicional, Missa Tridentina ou Missa de São Pio V está composta por duas partes, a saber, a parte essencial, que são os elementos instituídos por Nosso Senhor Jesus Cristo e as palavras e cerimônias que estão à sua volta.
Os elementos essenciais da Santa Missa, que foram instituídos por Cristo mesmo na Última Ceia, são:
1) A matéria: pão e vinho;
2) A forma, ou seja, as palavras: “Este é o Meu Corpo” e “Este é o Cálice do Meu Sangue…”;
3) Um sacerdote validamente ordenado que,
4) tenha a intenção de fazer o que a Igreja faz na confecção deste Sacramento.
As palavras e cerimônias que envolvem estes elementos essenciais foram-se desenvolvendo e adquirindo forma através dos anos até alcançar a forma que chegou aos nossos dias. A seguir, faremos uma muito breve resenha do desenrolar destas palavras e cerimônias.
Durante os séculos I e II, essas palavras de Cristo estiveram rodeadas por uma liturgia inicial que, pouco a pouco, foi desenrolando-se e germinando no Oriente e Ocidente do império romano. Todas as partes da Missa apareceram já no século III e foi no século IV que o rito romano ficou plenamente conformado e, mais concretamente, durante o pontificado do Papa São Dâmaso (366-384).
Diremos que até São Gregório Magno (590-604) não existia um Missal Oficial com o Próprio das missas do ano. O líber Sacramentorum foi redigido, por encargo de São Gregório no princípio de seu pontificado, para serviço e uso das Stationes que tinham lugar em Roma, quer dizer, para a liturgia pontifical. Pode-se dizer que este Missal contém agora quase a mesma Missa Tradicional tal como chegou a nossos dias, posto que as modificações ou adições que São Pio V (1566-1572) efetuou ao codificar o seu Missal Romano foram muito pequenas.
Portanto, podemos assegurar que a Missa que atualmente se diz de São Pio V, ou Missa Tradicional, não é outra senão o rito romano tal qual o encontramos, em suas partes mais importantes, no século IV, tendo sido posteriormente imprimido, pela primeira vez, num Missal por São Gregório Magno.
O Cânon da Missa, aparte alguns retoques efetuados por São Gregório Magno, alcança com São Gelásio I (492-496), a forma que tem conservado até hoje. Os Romanos Pontífices não deixaram de insistir desde o século V sobre a importância de adotar o Cânon Missae Romanae, dado que este remonta a nada menos do que ao mesmo Apóstolo Pedro.
Mas no que respeita às outras partes do Ordo, como pelo Próprio das missas, respeitaram o uso das igrejas locais. Assim, São Pio V codifica a Missa Romana na sua forma mais pura segundo a indicação do Concílio de Trento (1545-1563).
“O sacrifício cumpra-se segundo o mesmo rito para todos e por todos, de forma que a Igreja de Deus não tenha mais do que uma mesma língua… que os missais sejam restaurados segundo o uso e costumes antigos da Missa Romana”. O Missal assim restaurado foi promulgado no dia 19 de Julho de 1570 pela Bula Quo Primum Tempore, dando a conhecer duma forma particularmente solene. A bula precisa duma forma muito clara que não se trata de um novo rito, mas de um missal revisto e corrigido”.
No Catecismo Maior de São Pio X, encontramos a seguinte definição do que é a Santa Missa: “A Santa Missa é o Sacrifício do Corpo e Sangue de Jesus Cristo, que se oferece sobre os nossos altares sob as espécies do pão e do vinho em memória do sacrifício da Cruz” (no. 655), “é substancialmente o mesmo que o da Cruz…” (no. 656), “na Cruz, Jesus Cristo se ofereceu derramando o seu sangue e merecendo por nós, enquanto que nos nossos altares Ele mesmo se sacrifica sem derramar sangue e nos aplica os frutos da sua paixão e morte (no. 657).
O Concílio de Trento declara que a Missa é um Sacrifício verdadeiramente oferecido pelo sacerdote oficiante, pela virtude do seu sacerdócio, in persona Christi, quer dizer, no lugar de Cristo, que é simultaneamente o Sacerdote e a Vítima, sendo a Missa o mesmo Sacrifício da Cruz.
Na Cruz, o Sacerdote que oferece o Sacrifício é Nosso Senhor Jesus Cristo, Sumo e Eterno Sacerdote; a Vítima oferecida é também Nosso Senhor e o Padre Eterno é a quem este Sacrifício é oferecido. No santo Sacrifício da Missa, o sacerdote que oferece o Sacrifício é Nosso Senhor mesmo, agora que o celebrante atua in persona Christi. A Vítima do Sacrifício é Nosso Senhor Jesus Cristo, real e substancialmente presenteem Seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade, sob as aparências do pão e do vinho. E, finalmente, O que recebe o Sacrifício é Deus Pai.
Desta maneira, vemos que os elementos essenciais do sacrifício (Sacerdote, Vítima e Recipiente), são exatamente os mesmos na Cruz e na Missa.
A Missa, de fato, é o mesmo Sacrifício da Cruz, com a diferença de que não é cruento. Tal sacrifício tem quatro finalidades: 1) Sacrifício de adoração; 2) Sacrifício eucarístico (quer dizer, de ação de graças); 3) Sacrifício propiciatório (para dar-Lhe alguma satisfação por nossos pecados e oferecer-Lhe sufrágios para as almas do purgatório); 4) Sacrifício de petição destinado a apresentar uma súplica.
Concluímos que ao assistir à Santa Missa Tradicional com as disposições necessárias, nos fazemos participantes dos méritos que Nosso Senhor obteve para nós no Santo Sacrifício da Cruz.


[1] J. G. Treviño, Lecciones practicadas de Liturgia, México D.F. sin fecha, pág. 5.
[2] Gregorio Martínez de Antoñana, Manual de Sagrada Liturgia, Madrid, ed Coculsa, 1957 pág. 1 no 1.
[3] Papa Pío XII, Encíclica Mediator Dei.


O PODER DA SANTA MISSA 

Uma série de artigos e documentos sobre a Santa Missa para estudo e pesquisa: AQUI.
 

Para acompanhar a Missa:

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domingo, 22 de julho de 2012

Sete Domingos em honra a São José I

Sete Domingos em honra a São José


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Oração:

Pois sois de Deus o mais honrado, e santo sem igual:
Sede, José, nosso advogado nesta vida mortal.

Antes que tivésseis nascido, já fostes santificado, e ao eterno destinado para ser favorecido: nascestes de esclarecida linhagem e sangue real.
Sede, José, nosso advogado nesta vida mortal.

Vossa vida foi tão pura que em tudo sois em segundo depois de Maria, o mundo não viu mais santa criatura; e assim foi vossa ventura entre todos sem igual.
Sede, José, nosso advogado nesta vida mortal.

Vossa santidade declara aquele caso soberano, quando em vossa santa mão floresceu a seca vara; e para que ninguém duvidasse, fez o Céu este sinal.
Sede, José, nosso advogado nesta vida mortal. 

À vista deste milagre, todo o mundo vos respeitava, e parabéns vos dava com alegria e contentamento; publicando o casamento com a Rainha Celestial.
Sede, José, nosso advogado nesta vida mortal. 

Com júbilo recebestes a Maria por esposa, Virgem pura, santa, linda, com a qual feliz vivestes, e por ela conseguistes dons e luz celestial.
Sede, José, nosso advogado nesta vida mortal.

Ofício de carpinteiro exercitastes em vida, para ganhar a comida a Jesus, Deus verdadeiro, e a vossa Esposa, luzeiro, companheira virginal.
Sede, José, nosso advogado nesta vida mortal.

Com terno amor, vós e Deus dáveis vida a um ao outro, vós com a comida, e Ele a Vós com Seu sabor: vós Lhe destes o suor, e Ele vos deu vida imortal.
Sede, José, nosso advogado nesta vida mortal.

Vós fostes a concha fina onde com inteireza se conservou a pureza daquela Pérola Divina, vossa Esposa e Mãe digna, a qual nos tirou do mal.
Sede, José, nosso advogado nesta vida mortal.

(segue abaixo a oração do dia) 


Primeiro Domingo

A dor: Quando estava disposto a repudiar a sua Imaculada esposa.
A alegria: Quando o Arcanjo lhe revelou o sublime mistério da encarnação.

Oh! castíssimo esposo de Maria, glorioso São José, que aflição e angustia a de vosso Coração na perplexidade em que estavas sem saber se devias abandonar ou não a vossa esposa sem mancha! mas qual não foi também vossa alegria quando o anjo vos revelou o grande mistério da Encarnação!

Por essa dor e esta alegria vos pedimos consoleis nosso Coração agora e em nossas últimas dores, com a alegria de uma vida justa e de uma santa morte semelhante a vossa, assistidos de Jesus e de Maria.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.


Segundo Domingo

A dor: Ao ver nascer o menino Jesus na pobreza.
A alegria: Ao escutar a harmonia do coro dos anjos e observar a glória dessa noite.

Oh! bem-aventurado patriarca, glorioso São José, escolhido para ser pai adotivo do Filho de Deus feito homem: a dor que sentistes vendo nascer ao menino Jesus em tão grande pobreza se mudou de certo em alegria celestial ao ouvir o harmonioso concerto dos anjos e ao contemplar as maravilhas daquela noite tão resplandecente.

Por essa dor e esta alegria alcançai-nos que depois do caminho desta vida possamos ir escutar as adorações dos anjos e a gozar dos resplendores da glória celestial.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.


Terceiro Domingo

A dor: Quando o sangue do menino Salvador foi derramado em sua circuncisão.
A alegria: Ao ouvir o nome de Jesus.

Oh! executor obedientíssimo das leis divinas, glorioso São José: o sangue preciosíssimo que o Redentor menino derramou em sua circuncisão vos traspassou o coração; mas o nome de Jesus que então lhe deram, vos confortou e encheu de alegria.

Por essa dor e esta alegria alcançai-nos viver separados de todo pecado, a fim de expirar alegres, com o santíssimo nome de Jesus no Coração e nos lábios.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.


Quarto Domingo

A dor: A profecia de Simão, ao predizer os sofrimentos de Jesus e Maria.
A alegria: A profecia da salvação e gloriosa ressurreição de inumeráveis almas.

Oh! Santo fidelíssimo, que tivestes parte nos mistérios de nossa redenção, glorioso São José; ainda que a profecia de Simão acerca dos sofrimentos que deviam passar Jesus e Maria vos causou dor mortal, sem dúvida vos encheu também de alegria, anunciando vos ao mesmo tempo a salvação e ressurreição gloriosa que dali se seguiria para um grande número de almas.

Por essa dor e por esta alegria consegui-nos de sermos do número dos que, pelos méritos de Jesus e a intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, haverão de ressuscitar gloriosamente.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.


Quinto Domingo

A dor: Em seu trabalho de educar e servir ao Filho do Altíssimo, especialmente na viagem a Egito.
A alegria: Ao ter sempre com ele a Deus verdadeiro, e vendo a queda dos ídolos do Egito.

Oh! custodio vigilante, familiar íntimo do Filho de Deus feito homem, glorioso São José, quanto sofrestes tendo que alimentar e servir ao Filho do Altíssimo, particularmente em vossa fuga ao Egito!, mas quão grande foi também vossa alegria tendo sempre convosco ao mesmo Deus e vendo derrubados os ídolos do Egito.

Por essa dor e esta alegria, alcançai-nos afastar para sempre de nós o tirano infernal, sobre tudo fugindo das ocasiões perigosas, e derrubar de nosso coração todo ídolo de afeto terreno, para que, ocupados em servir a Jesus e Maria, vivamos tão somente para eles e morramos alegres em seu amor.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.


Sexto Domingo

A dor: Ao regressar a sua Nazaré por medo a Arquelau.
A alegria: Ao regressar com Jesus do Egito a Nazaré e a confiança estabelecida pelo anjo.

Oh! anjo da terra, glorioso São José, que pudestes admirar ao Rei dos céus, submetido a vossos mais mínimos mandatos; ainda que a alegria ao trazer-lhe do Egito se mudou por temor a Arquelau, sem dúvida, tranquilizado logo pelo anjo, vivestes feliz em Nazaré com Jesus e Maria.

Por essa dor e esta alegria, alcançai-nos a graça de desterrar de nosso Coração todo temor nocivo, possuir a paz de consciência, viver seguros com Jesus e Maria e morrer também assistidos por eles.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.


Sétimo Domingo

A dor: Quando sem culpa perde a Jesus, e o busca com angustia por três dias.
A alegria: Ao encontra-lo em meio aos doutores no Templo.

Oh! modelo de toda santidade, glorioso São José, que havendo perdido sem culpa vossa ao menino Jesus, o buscastes durante três dias com profunda dor, até que, cheio de alegria, o achastes no templo, em meio dos doutores.

Por essa dor e esta alegria, vos suplicamos com palavras saídas do coração, intercedais em nosso favor para que jamais nos suceda perder a Jesus por algum pecado grave. Mas, se por desgraça o perdermos, fazei que o busquemos com tal dor que não achemos sossego até encontrá-Lo benigno sobre tudo em nossa morte, a fim de irmos ao céu e cantar eternamente convosco suas divinas misericórdias.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Consagração a São Miguel Arcanjo I

CONSAGRAÇÃO A SÃO MIGUEL ARCANJO

 

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Ó Príncipe nobilíssimo da hierarquia Angélica, valoroso guerreiro do Altíssimo, amante zeloso da glória do Senhor, terror dos anjos rebeldes, amor e delícia de todos os anjos justos, meu diletíssimo Arcanjo São Miguel.

Desejando pertencer ao número dos vossos devotos e servos, ofereço-me todo a vós, dou-me e dedico-me e coloco todo o meu ser, todos os meus interesses, minha casa, minha família e quanto possuo sob a vossa proteção. É pequena a oferta da minha servidão não sendo eu senão um miserável pecador, mas grande é o afeto do meu coração.

Lembrai-vos de que de hoje em diante estou sob o vosso patrocínio, e vós deveis em toda a minha vida assistir-me; procurar-me o perdão dos meus muitos pecados; alcançar-me a graça de amar de todo o coração ao meu Deus, ao meu amado Salvador Jesus, a minha doce Mãe Maria e, ainda, conseguir-me o que for necessário para chegar à coroa da glória.

Defendei-me sempre dos inimigos da minha alma, especialmente no último momento da minha vida. Vinde então, príncipe gloriosíssimo, assistir-me no último combate e, com a vossa arma poderosa, atirai para longe de mim, no abismo do inferno, a aquele anjo prevaricador e soberbo que prostrastes um dia num combate no Céu. Amém.




SOBRE SÃO MIGUEL ARCANJO


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quinta-feira, 19 de julho de 2012

Ato de Perfeito Amor a Deus

ATO DE PERFEITO AMOR A DEUS


Primeiramente um esclarecimento: Habitualmente, em nosso amor de Deus há mistura de amor puro e de amor de esperança, o que quer dizer que amamos a Deus por Si mesmo, porque é infinitamente bom, e também porque é a fonte de nossa felicidade. Estes dois motivos não se excluem, pois Deus quis que em O amar e glorificar encontrássemos a nossa felicidade. Não nos inquietemos, pois, desta mistura, e, pensando no Céu, digamo-nos somente que a nossa felicidade consistirá em possuir a Deus, em O ver, amar e glorificar; então o desejo e a esperança do Céu não impedem que o motivo dominante das nossas ações seja verdadeiramente o amor de Deus.

O Ato de Amor a Deus é a maior e mais preciosa ação que possa ser feita, tanto no Céu como na terra. A alma que faz mais Ato de Amor a Deus é a alma mais amada por Deus no Céu e na terra. O Ato de Amor a Deus é o mais poderoso e eficaz meio para chegar bem depressa, e facilmente, a mais íntima união com Deus, à mais alta santidade e à maior paz da alma (Beato Olier).

O Ato de perfeito Amor a Deus realiza imediatamente o mistério da união da alma com Deus. E se esta alma fosse culpada dos maiores erros, ainda que numerosos, adquiriria imediatamente a Graça de Deus com este Ato, com a condição de desejar se confessar o quanto antes. Não pode comungar antes da confissão. Mas queremos dizer que feito o Ato de perfeito Amor a Deus, a alma por mais pecadora é perdoada por este Ato, e se morrer antes de se confessar não vai para o inferno. Está salva.

Este ato purifica a alma dos pecados veniais, das imperfeições, dá o perdão do pecado, dá também a remissão da pena por todos os pecados, e restitui os méritos perdidos. O Ato perfeito de Amor a Deus devolve à alma, imediatamente, a inocência batismal. É este Ato o meio eficaz para converter os pecadores, salvar os moribundos, libertar as almas do Purgatório, e para consolar os que sofrem, para ajudar os Padres, para ser útil às almas e à Igreja.

Um Ato perfeito de Amor a Deus aumenta a glória exterior do próprio Deus, da Santíssima Virgem e de todos os Santos do Paraíso; soergue todas as almas do Purgatório; obtém acréscimo da graça para todos os fiéis sobre a terra, reprime o poder maligno do inferno sobre as criaturas. O menor Ato de amor a Deus chega como benção e graça até ao selvagem que mora na última choupana abandonada nos limites da terra.

O Ato de Amor a Deus é o mais poderoso meio de evitar o pecado, de vencer as tentações e também para adquirir todas as virtudes e merecer todas as graças.

"O menor Ato de perfeito Amor a Deus tem mais efeito, mais merecimento e mais importância que todas as boas obras em conjunto" (São João da Cruz). É óbvio que São João da Cruz está se referindo às obras boas mas não feitas com perfeito amor a Deus.

O Ato de Amor a Deus é a ação mais simples, mais fácil, mais curta ou rápida que se pode fazer, pois basta dizer com toda simplicidade: "Meu Deus, eu Vos amo".

É tão fácil fazer um Ato de Amor a Deus. Pode-se realizá-lo a todo o momento, em todas as circunstâncias, no meio do trabalho, entre a multidão humana, seja qual for o lugar, e num instante de tempo. O Bom Deus está sempre presente, ouvindo, esperando afetuosamente colher do coração da criatura essa expressão de amor. Ele deseja somente que a alma que faz um Ato de Amor conserve-se atenta um momento para poder Ele, Deus, responder-lhe por sua vez: "Eu também te amo; Eu te amo muito!".

O Ato de Amor não requer esforço nem inteligência. Não interrompe a atividade, não exige fórmulas particulares.

O Ato de Amor não é um ato de sentimento; é um ato da vontade. Elevado infinitamente acima da sensibilidade, é também imperceptível aos sentidos. Basta que a alma diga ou mesmo exprima sem palavras ao bom Deus: "Meu Deus, eu Vos amo!".

Sofrendo na dor em paz e com paciência, a alma manifesta seu Ato de Amor deste modo: "Eu Vos amo Meu Deus, por isto sofro tudo por amor a Vós!".

Em meio aos trabalhos e preocupações exteriores, no cumprimento do dever cotidiano: "Meu Deus, eu vos amo, trabalho comVosco, para Vós, por Vosso Amor".

Na solidão, no isolamento, na imolação, na desolação: "Obrigado, meu Deus, sou assim mais semelhante a Jesus. Basta-me amar-Vos muito!".

Por ocasião de defeitos, mesmo graves: "Meu Deus, sou fraco, perdoai-me. Recorro a Vós, refugio-me em Vós porque Vos amo muito!".

Nas alegrias, nas horas de felicidade: "Meu Deus, obrigado por este dom. Eu Vos amo!".

Quando a última hora se aproximar: "Obrigado, meu Deus por tudo. Amei-Vos sobre a terra; espero amar-Vos para sempre no Paraíso!".

Pode-se fazer o Ato de Amor a Deus de mil modos diversos. Mas ele é realizado de modo particular pela vontade sempre disposta a cumprir a Santa Vontade de Deus, de qualquer modo que ela se apresente e nos seja manifestada.

Faz-se o Ato de Amor a Deus, também, quando se cumpre mesmo uma pequenina obrigação, quando se sofre uma bem pequena pena, ou frui-se qualquer ventura ou alegria, tudo por seu Amor.

"Para o bom Deus, vale mais apanhar um alfinete do chão por seu Amor, do que realizar ações notáveis por outros objetivos, ainda que honestos" - diz um santo.

Faz-se Atos de Amor a Deus todas as vezes que se Lhe diz pela vontade: "Meu Deus, eu Vos amo!".

Uma pobre alma, ignorada de todos, pode fazer por dia 10.000 Atos de Amor a Deus. Na realidade, uma alma simples e que vive no meio do mundo e no meio da agitação e das preocupações pode repetir cada dia 10.000 vezes: "Meu Deus, eu Vos amo!".


A ALMA PODE FAZER O ATO DE AMOR A DEUS EM TRÊS GRAUS DE PERFEIÇÃO.

1º) - Vontade de sofrer quaisquer penas e até mesmo a morte para não ofender gravemente o Senhor. "Meu Deus, antes morrer que cometer um pecado mortal".
2º) - Vontade de sofrer qualquer pena e até mesmo a morte de preferência a consentir num pecado venial. "Meu Deus, antes morrer que ofender-Vos, mesmo levemente".
3º) - Vontade de escolher sempre o que for mais agradável a Deus. "Meu Deus, uma vez que Vos amo, quero somente o que quereis".

Cada um destes três atos contém um Ato perfeito de Amor a Deus.

Santo não é quem faz milagres, tem êxtases ou visões, mas quem faz mais Atos de Amor a Deus no decorrer do dia.

Santo não é apenas quem nunca consente num pecado, mas quem faz pecados por fraqueza, mas logo se reergue e encontra em sua própria fraqueza nova razão de amar ainda mais o bom Deus e de se abandonar melhor nos braços Divinos.

Santo não é apenas quem se flagela, usa de fortes mortificações ou que foge ao mundo, ou que realiza obras notáveis que maravilham os homens, mas quem diz maior número de vezes e com mais amor aos bom Deus: "Meu Deus, eu Vos amo muito, e por vosso amor, quero florescer onde me semeastes".

Santo é quem repete com maior vontade e maior número de vezes o Ato de Amor pela jornada diária afora: "Meu Deus, eu Vos amo muito".

A alma mais simples e escondida, ignorada de todos, mas que faz o maior número de Atos de Amor a Deus é muito mais útil às almas e à Igreja do que aquelas que fazem grandes obras com menor amor.

As obras grandiosas e maravilhosas de alguns santos tiveram muito valor justamente porque tiveram como motivo o grande amor a Deus que lhes inflamava a alma.





Esta postagem é um folheto distribuído por Religiosas no alto da "Escada Santa" em Roma. Foi traduzido para o português e publicado em 1958. Recebeu para tanto o Nihil obstat do Cônego Vital B. Cavalcanti (Censor ad hoc); e o Imprimatur foi dado pelo Mons. Caruso, Vigário Geral no Rio de Janeiro. Portanto, pode divulgar.

Português revisado por mim.
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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Oração para libertar 33 Almas do Purgatório

Oração para libertar 33 Almas do Purgatório


Te adoro, ó Cruz Santa, que foste ornada do Cor­po Sacratíssimo do meu Senhor, coberta e tingida pelo seu Preciosíssimo Sangue. 
Te adoro, meu Deus, colocado na Cruz por mim. 
Te adoro, ó Cruz Santa, pelo amor dAquele que é o meu Senhor. 
Amém.
 

Recitada 33 vezez na Sexta-feira Santa, liberta 33 Almas do Purgatório.
Recitata 50 vezes toda sexta-feira, liberta 5 Almas.

- Esta oração foi confirmada pelos Papas Adriano VI, Gregório XIII e Paolo VI.


Fontes:
http://purgatorio.altervista.org/
http://gesu.altervista.org/
http://rosarioonline.altervista.org/



Vide também: http://farfalline.blogspot.com/2015/11/2-de-novembro-dia-de-finados.html

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terça-feira, 17 de julho de 2012

Oração Diária de Exorcismo


ORAÇÃO DIÁRIA DE EXORCISMO


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Uma pessoa que acredita estar sofrendo no corpo ou em sua mente uma influência do mal que vai além do natural, após recitar o Exorcismo de Leão XIII, pode dizer esta oração todos os dias:

Senhor, Deus todo-poderoso, misericordioso e omnipotente, Pai, Filho e Espírito Santo, expulsai de mim toda a influência dos espíritos malignos. Pai, em nome de Cristo, Vos peço que quebrai toda corrente que os demônios tenham sobre mim. Derramai sobre mim o Precioso Sangue de Vosso Filho. Que Seu Sangue Imaculado e Redentor quebre todo laço sobre meu corpo e minha mente. Tudo isso Vos peço por intercessão da Santíssima Virgem Maria.

São Miguel Arcanjo, intercedei, vinde em meu auxílio.

Em nome de Jesus, ordeno a todo demônio que possa ter alguma influência sobre mim que saia para sempre.

Por Sua flagelação, por Sua Coroa de Espinhos, por Sua Cruz, por Seu Sangue, por Sua Ressurreição, ordeno a todo espírito maligno que saia.

Por Deus verdadeiro, por Deus santo, por Deus onipotente, te ordeno demônio imundo que saia, em Nome de Jesus, meu Salvador e Senhor. Amém.

Esta oração deve ser repetida a cada dia, uma vez ou várias. Mais do que o número de vezes que se reza, o que importa é o fervor e fé com que se faz. Para isso, deve concentrar-se na oração e pedir a Deus humildemente, e ordenar ao demônio que saia. Nesta oração, a Deus se pede com humildade e amor; ao demônio, no entanto, se lhe ordena, sem ira, apenas com fé.

Naturalmente, esta oração deve ser acompanhada por uma conversão na vida da pessoa. Ou seja, de nada adianta pedir que se arranque de nós uma influência demoníaca, se seguimos vivendo em pecado mortal. A pessoa que queira romper com o demônio deve se confessar e cumprir os Dez Mandamentos.

Fonte.
Tradução Giulia d'Amore.

domingo, 15 de julho de 2012

Orações para cada dia da semana ao Preciosíssimo Sangue de Jesus

Orações para cada dia da semana 

ao Preciosíssimo Sangue de Jesus


Domingo

Ó Jesus, pelo Coração Doloroso e Imaculado de Maria, peço-Vos, não deixeis que se perca o vosso preciosíssimo Sangue, mas lembrando-Vos que antes que ele circulasse e pulsasse nas vossas veias e no vosso Sagrado Coração, circulou e pulsou nas veias e no Coração de vossa Mãe Imaculada. Concedei-me, que esse Sangue se junte ao meu, nas minhas Comunhões, para purificá-lo e fazer com que deseje amar-Vos tanto quanto vossa Mãe Vos ama, e amar a vossa Mãe, quanto Vós o amais. Amém. Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...

Segunda-feira

Ó Jesus, pelo Coração Doloroso e Imaculado de Maria, peço-Vos, não deixeis que se perca o vosso preciosíssimo Sangue, mas que as gotas que tingiram as pedras da Via Dolorosa nas vossas quedas no caminho do Calvário, caiam sobre as almas que sofrem tentações, para preservá-las na Graça divina. Amém. Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...

Terça-feira

Ó Jesus, pelo Coração Doloroso e Imaculado de Maria, peço-Vos, não deixeis que se perca o vosso preciosíssimo Sangue, mas que todo aquele, que derramastes no tormento indizível da vossa coroação de espinhos caia sobre as cabeças e os corações da juventude, para dar-lhe o encanto irresistível da Pureza e o horror invencível a todo o pecado. Amém. Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...

Quarta-feira

Ó Jesus, pelo Coração Doloroso e Imaculado de Maria, peço-Vos, não deixeis que se perca o vosso preciosíssimo Sangue, mas que todo aquele, que derramastes com profusão na vossa Flagelação, caia sobre todos os cristãos perseguidos na sua fé e virtude, e sobre todas as almas vítimas para dar-lhes a fortaleza do martírio. Amém. Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...

Quinta-feira

Ó Jesus, pelo Coração Doloroso e Imaculado de Maria, peço-Vos, não deixeis que se perca o vosso preciosíssimo Sangue, mas que todo aquele, que, nas Santas Missas, se eleva dos altares até o trono do Eterno Pai caia sobre os sacerdotes e sobre todas as almas consagradas para santificá-los e torná-los heroicamente fiéis à sua vocação e à sua missão. Amém. Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...

Sexta-feira

Ó Jesus, pelo Coração Doloroso e Imaculado de Maria, peço-Vos, não deixeis que se perca o vosso preciosíssimo Sangue, mas o que derramastes na Cruz caia sobre os pecadores, especialmente, sobre todos os moribundos desta hora e deste dia. Amém. Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...

Sábado

Ó Jesus, pelo Coração Doloroso e Imaculado de Maria, peço-Vos, não deixeis que se perca o vosso preciosíssimo Sangue, mas que as últimas gotas que caíram da Chaga sacrossanta do vosso Sagrado Coração caiam sobre os que não O querem aproveitar na Confissão, rejeitando esse Sacramento, ou o desprezam, confessando-se mal. Oh! Que esse Sangue da Chaga do vosso Sagrado Coração caia sobre essas almas endurecidas para convertê-las e libertá-las da escravidão do inimigo. Amém. Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...


quinta-feira, 12 de julho de 2012

Orações a São José, em latim

Exercitium Singularis Devotionis erga S. Joseph, consistens in Quinque Orationibus


do Coeleste Palmetum, edições 1741, 1872, e 1890.

I. Oratio, qua S. Ioseph in patronum eligitur

O S. JOSEPH, Redemptoris mei Christi Jesu fidelis oeconome ac nutricie, castissime Virginis Deiparae sponse, ego NN. te hodie in patronum et advocatum meum singularem eligo, firmiterque propono, me numquam te derelictum, nec permissurum, ut a quoquam ex meis subditis aliquid contra tuum honorem agatur. A te igitur peto suppliciter, ut me in clientem perpetuum suscipere, in rebus dubiis instruere, in adversis solari, in hora denique mortis defendere ac protegere dignaris. Amen.

II. Oratio, ad impetrandam D. Ioseph intercessione gratiam pie communicandi

O BEATISSIME JOSEPH, quanta tibi a Deo gratia concessa est, quod unigenitum eius Filium in carne (quem tot reges videre frustra exoptarunt) non tantum videris, sed et brachiis paterno affectu amplexus fueris! Utinam ego hoc tuo exemplo inflammatus, et patrocinio adiutus, Dominum ac Redemptorem meum Christum Iesum simili amoris ac reverentiae affectu complectar in sanctissimo Altaris Sacramento, quo merear eundem posthac aeternum complecti in caelis. Amen.

III. Oratio, ut S. Ioseph in via vitae huius ducem et comitem impetremus

O S. JOSEPH! qui tanquam pater et manuductor Christum Iesum in pueritia et iuventute per omnes peregrinationis humanae vias fidelissime deduxisti: et mihi obsecro in vitae meae peregrinatione tanquam comes et ductor assiste, nec unquam permitte me a via mandatorum Dei declinare; sis in adversis praesidium, in aerumnis solatium, donec tandem ad terram viventium perveniam, ubi tecum et sanctissima sponsa tua Maria, omnibusque Sanctis aeternum in Deo Iesu meo exultem. Amen.

IV. Oratio, ad quaelibet D. Joseph intercessione impetranda

O S. JOSEPH, cui Iesus hic in terris sese subiecit, prompteque oboedivit, quemque singulari semper honore et amore prosecutus est; quomodo idem in caelis, ubi tua nunc remunerantur merita, quidquam tibi denegabit? Ora pro me, o S. Ioseph! gratiamque impetra imprimis, ut peccata omnia serio detester et fugiam, praesertim ista NN., vitam in melius emendem, constanterque me in virtutum studio impendam, praesertim istarum NN, ab his NN tentationibus, et peccati occasionibus, quibus anima mea in periculum damnationis induci posset, et ab afflictione ac miseria hac N., nisi divinae id voluntati, meaeque saluti adversetur, liberer. In his tamen et aliis omnibus totum me divino arbitrio et dispositioni, tuaeque paternae fidei, o S. Joseph, subiicio et committo. Amen.

V. Oratio, pro felici morte impetranda

O S. JOSEPH, qui in suavissimo Iesu clientis tui, et dulcissimae sponsae tuae Mariae complexu ex hac vita emigrasti: succurre mihi, o S. Pater, cum Iesu et Maria, tunc potissimum, quando mors vitae meae finem imponet; illudque (quod unice peto) solatium mihi impetra, ut in iisdem sanctissimis Iesu et Mariae brachiis exspirem. In manus vestras vivens et moriens commendo spiritum meum, Iesus, Maria, Joseph. Amen.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Consagração a São José

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Consagração a São José


Oh! Glorioso Patriarca São José, eis-me aqui, prostrado de joelhos ante vossa presença, para pedir-vos vossa proteção.

Desde já vos elejo como meu pai, protetor e guia.

Sob vosso amparo ponho meu corpo e minha alma, propriedade, vida e saúde.

Aceitai-me como filho vosso.

Preservai-me de todos os perigos, ataques e laços do inimigo.

Assisti-me em todo momento e sobre tudo na hora de minha morte. Amém.


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Senhor, fazei-me bom amigo de todos

Senhor, fazei-me bom amigo de todos
 
Senhor, fazei-me bom amigo de todos.

Fazei que minha pessoa inspire confiança a quem sofre e se lamenta, a quem busca luz longe de Vós, a quem gostaria de começar e não sabe como, a quem gostaria de se confidenciar e não consegue.

Senhor, ajudai-me para que eu não passe ao lado de ninguém com a face indiferente, com o coração fechado, com o passo apressado.

Senhor, ajudai-me a perceber logo, aqueles que estão perto de mim, aqueles que estão preocupados e desorientados, aqueles que sofrem sem demonstrá-lo, aqueles que se sentem isolados sem desejá-lo.

Senhor, dai-me uma sensibilidade para que saiba ir ao encontro dos corações.

Senhor, livrai-me do egoísmo, para que possa Vos servir, para que possa Vos amar, para que possa Vos ouvir em cada irmão que me fazei encontrar.
São Vicente de Paulo

Tradução: Giulia d'Amore

domingo, 8 de julho de 2012

Coroa do Preciosíssimo Sangue de Jesus Cristo


Coroa do Preciosíssimo Sangue de Jesus Cristo


A ser rezado a qualquer tempo, particularmente no mês de Julho.



V. Deus, vinde em nosso auxílio.
R. Senhor, socorrei-nos sem demora.
V. Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo.
R. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Primeiro mistério

No oitavo dia após o seu nascimento, Jesus derramou as primeiras gotas de seu Sangue ao ser circundado no Templo em obediência à Lei de Moisés. Meditemos que Jesus permitiu isto, para satisfazer a justiça divina por nossas dissoluções.
Excitemo-nos sinceramente à dor, prometendo ao Senhor, com sua poderosa graça, sermos para o futuro verdadeiramente castos na alma e no corpo. Amém.

5 Pai Nosso... 5 Glória ao Pai....

Senhor, nós Vos rogamos, socorrei os vossos servos que remistes com o vosso preciosíssimo Sangue.

Segundo mistério

No Horto das Oliveiras foi tamanha a agonia de Jesus ao pressentir a sua Paixão e morte que verteu suor de Sangue por todo o seu corpo. Tudo isso devido à nossa ingratidão.
Arrependamo-nos, portanto, de termos tão indignamente correspondido aos inumeráveis benefícios do Senhor e proponhamo-nos a fazer bom uso das graças do Céu e das santas inspirações. Amém.

5 Pai Nosso... 5 Glória ao Pai...

Senhor, nós Vos rogamos, socorrei os vossos servos que remistes com o vosso preciosíssimo Sangue.

Terceiro mistério

Durante a cruel flagelação a que foi submetido, Jesus verteu Sangue de sua carne dilacerada. Ele se imolou ao Pai a fim de sermos livres e perdoados de nossos pecados.
E por que razão não refreamos nós a ira e o amor próprio? Procuremos, para o futuro, ser mais pacientes nas tribulações, desprezar a nós mesmos e receber em paz as injúrias que nos fizerem. Amém.

5 Pai Nosso... 5 Glória ao Pai...

Senhor, nós Vos rogamos, socorrei os vossos servos que remistes com o vosso preciosíssimo Sangue.

Quarto mistério

Jesus foi humilhado e escarnecido quando lhe puseram, na cabeça, uma coroa de espinhos. Seu Sangue gotejou cobrindo-lhe a face e os cabelos.
E continuaremos nós ainda a alimentar-nos de soberba e a fomentar imagens desonestas e ideias pecaminosas na nossa mente?

5 Pai Nosso... 5 Glória ao Pai...

Senhor, nós Vos rogamos, socorrei os vossos servos que remistes com o vosso preciosíssimo Sangue.

Quinto mistério

Oh! Quanto Sangue não derramou Jesus ao perfazer o caminho do Calvário carregando a pesada Cruz, ficando regadas deste precioso Sangue as ruas de Jerusalém e aqueles lugares por onde passou; tudo isto foi devido aos escândalos e maus exemplos, com que as criaturas haviam de arrastar outras para o caminho da perdição.
Quem sabe se nós pertencemos aos número desses infelizes? Quem sabe quantos, por nosso mau exemplo, se terão precipitado no inferno? E não cuidamos ainda de dar remédio a isto?
Procuremos para o futuro contribuir para a salvação das almas, admoestando-as e edificando-as, e sendo para elas modelo de boas e santas obras. Amém.

5 Pai Nosso... 5 Glória ao Pai...

Senhor, nós Vos rogamos, socorrei os vossos servos que remistes com o vosso preciosíssimo Sangue.

Sexto mistério

Ao ser crucificado, Jesus verteu Sangue, em profusão, por todo o seu corpo. Com martelos e cravos, abriram-lhe as chagas das mãos e dos pés.
Esse Sangue, bálsamo salutar de vida eterna, jorrou para salvar os homens de seus crimes e iniquidades.
E haverá ainda quem queira permanecer no pecado renovando a cruel crucificação do Filho de Deus?
Considerando que a nossa eterna salvação custou a Jesus derramar o seu Sangue, choremos sinceramente nossas faltas. Confiantes, peçamos a Ele a nossa conversão, a consciência viva de sermos pecadores necessitados de salvação, a disposição para buscá-la sempre e recebê-la com humildade no sacramento do perdão.

5 Pai Nosso... 5 Glória ao Pai...

Senhor, nós Vos rogamos, socorrei os vossos servos que remistes com o vosso preciosíssimo Sangue.

Sétimo mistério

Mesmo depois de morto quando, com uma lança, lhe abriram o Lado, Jesus verteu, de seu amantíssimo Coração, Sangue misturado com Água a fim de nos mostrar assim que Ele não tinha mais Sangue... Tendo-o já derramado até a última gota pela salvação de todos os homens...
Ó bondade divina do nosso Redentor, quem não Vos amará? Quem não se abrasará de amor por Vós, que tudo fizestes por nosso resgate!
Que todas as criaturas da Terra, os Anjos e Santos dos Céus juntos à Maria Santíssima, louvem e bendigam o preciosíssimo Sangue de Jesus. A Ele, portanto, honra e glória por todos os séculos dos séculos. Amém.

Para honrar os 33 anos que Jesus viveu aqui na Terra, neste último Mistério rezar somente:

3 Pai Nosso... 3 Glória ao Pai...

Senhor, nós Vos rogamos, socorrei os vossos servos que remistes com o vosso preciosíssimo Sangue.

Oremos

Ó Sangue preciosíssimo de vida eterna, preço e resgate do mundo inteiro, bebida e banho salutar das nossas almas, que continuamente defendeis a causa dos homens junto do trono da Suprema Misericórdia, eu Vos adoro profundamente, Senhor Jesus, e quero, quanto me for possível, compensar-Vos das injúrias e dos ultrajes que recebeis constantemente dos homens e sobretudo daqueles que tem a audácia de proferir blasfêmias contra Vós.
E quem não bendirá este Sangue de um valor infinito? Quem não se sentirá inflamar de amor por Jesus, que o derramou? Que seria de mim, se não fosse resgatado por este Sangue divino? Quem o tirou das veias do meu Senhor até a última gota? Ah! Que foi, sem dúvida, o amor!
Ó amor imenso, que nos destes um bálsamo tão salutar!
Ó bálsamo inestimável, brotado da fonte de um amor infinito, fazei que todos os corações e todas as línguas Vos louvem, glorifiquem e agradeçam agora e por toda a eternidade. Amém.

Súplica

Mãe Dolorosa, peço-Vos pelos méritos dos vossos sofrimentos na morte de vosso Filho, que ofereçais a Deus Pai, o preciosíssimo Sangue que jorrou das Chagas de Jesus Cristo crucificado, pelo pobres sacerdotes transviados que se tornaram infiéis à sua sublime vocação para que, o quanto antes, voltem ao Bom Pastor. Amém.


- Cada mistério, composto de cinco contas, representa as cinco chagas de Nosso Senhor Jesus Cristo.
- Os seis mistérios de cinco contas representam os trinta anos da vida oculta de Jesus em Nazaré.
- O sétimo mistério compõe-se de três contas para representar os três anos apostólicos do Salvador que foram também os três últimos de sua vida.

Vale a pena ver...

Vale a pena ler