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Pedido

"Aproveitemos o tempo para santificação nossa e dos nossos parentes e amigos. Solicitam orações, que estaremos rezando juntos, em união de orações aos Sagrados Corações."

Mês do Sagrado Coração de Jesus – DIA 28




 

MÊS DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

(7 anos e 7 quarentenas de indulgência cada dia e uma in­dulgência plenária no fim.)

ORDEM DO EXERCÍCIO COTIDIANO


Invocação do Espírito Santo

Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fieis e acendei neles o fogo do vosso amor.

V. — Enviai o vosso Espírito e tudo será criado.
R. — E renovareis a face da terra.

ORAÇÃO
Deus, que esclarecestes os corações de vossos fieis com as luzes do Espírito Santo, concedei-nos, por esse mesmo Espírito, co­nhecer e amar o bem e gozar sempre de suas divinas consolações. Por Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.

Oração preparatória
(100 dias de indulgência — Leão XIII, indulto de 10 de dezembro de 1885).
 
Senhor Jesus Cristo, unindo-me à di­vina intenção com que na terra pelo vosso Coração Sacratíssimo rendestes louvores a Deus e ainda agora os rendeis de contínuo e em todo o mundo no Santíssimo Sacramento da Eucaristia até a consumação dos sé­culos, eu vos ofereço por este dia inteiro, sem exceção de um instante, à imitação do Sagrado Coração da Bem aventurada Maria sempre Virgem Imaculada, todas as minhas intenções e pensamentos, todos os meus afe­tos e desejos, todas as minhas obras e pa­lavras. Amém.

Lê-se a intenção própria do dia, recitando em sua con­formidade um Pai Nosso, Ave Maria e Glória, e a jaculatória: Coração de Jesus, que tanto nos amais, fazei que vos amemos cada dia mais.

Em seguida, a Meditação correspondente ao dia e, depois, a Ladainha do Sagrado Coração.


 
LADAINHA DO SAGRADO CORAÇÃO
 Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos.
Deus Pai dos céus, tende piedade de nós.
Deus Filho, Redentor do mundo, tende pie­dade de nós.
Deus Espírito Santo, tende piedade de nós.
Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, Filho do Pai Eterno, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, formado pelo Espirito Santo no seio da Virgem Mãe, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, unido substancialmente ao Verbo de Deus, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, de majestade infinita, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, templo santo de Deus, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, tabernáculo do Altíssimo, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, casa de Deus e porta do céu, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, fornalha ardente de ca­ridade, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, receptáculo de justiça e amor, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, abismo de todas as vir­tudes, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, digníssimo de todo o louvor, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, rei e centro de todos os corações, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, no qual estão todos os tesouros da sabedoria e ciência, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, no qual habita toda a ple­nitude da divindade, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, no qual o Pai celeste põe as suas complacências, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, de cuja plenitude nós todos participamos, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, desejo das colinas eternas, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, paciente e misericordioso, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, rico para todos os que vos invocam, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, fonte de vida e santidade, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, propiciação para os nossos pecados, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, saturado de opróbios, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, atribulado por causa de nossos crimes, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, feito obediente até a morte, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, atravessado pela lança, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, fonte de toda a conso­lação, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, nossa vida e ressurreição, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, nossa paz e reconciliação, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, vítima dos pecadores, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, salvação dos que em vós esperam, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, esperança dos que em vós expiram, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, delícia de todos os Santos, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, ouvi-nos Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nós.

V. — Jesus, manso e humilde de coração,
R. — Fazei o nosso coração semelhante ao vosso.

ORAÇÃO
Onipotente e sempiterno Deus, olhai para o Coração de vosso diletíssimo Filho e para os louvores e satisfações que ele vos tributa em nome dos pecadores, e àqueles que invocam vossa misericórdia, concedei benigno o perdão, em nome do mesmo Jesus Cristo, vosso Filho, que convosco vive e reina juntamente com o Espírito Santo por todos os séculos dos séculos. Amém.

Para concluir, a seguinte fórmula de consagração 
 
Recebei, Senhor, minha liberdade in­teira. Aceitai a memória, a inteligência e a vontade do vosso servo. Tudo o que tenho ou possuo, vós mo concedestes, e eu vo-lo restituo e entrego inteiramente à vossa von­tade para que o empregueis. Dai-me só vosso amor e vossa graça, e serei bastante rico e nada mais vos solicitarei.

(300 dias de indulgência. Leão XIII, Decreto de 28 de maio de 1887).

Doce Coração de Jesus, sede meu amor.
(300 dias — Pio IX).

Doce Coração de Maria, sede a minha salvação.
(300 dias — Pio IX).
 

MEDITAÇÕES

 

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— IV —

Os consoladores do Coração de Jesus
 
 
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VIGÉSIMO OITAVO DIA


Oremos pelas pessoas que o mundo despreza, a fim de que elas suportem com paciência os seus dissabores. Pai Nosso, Ave Maria, Glória e a jaculatória: “Coração de Jesus, que tanto nos amais, fazei que vos amemos cada dia mais”.
Os consoladores do Coração de Jesus que estão em 3º lugar
são as almas humildes e desconhecidas, que se julgam felizes com este esquecimento

São estas almas as que, com maior per­feição, imitam a vida oculta em Nazaré sob o olhar de Maria; almas que ninguém co­nhece, em que pessoa alguma pensa e que vão acumulando todos os dias tesouros de paciência, de abnegação, de resignação, de caridade, suportando os defeitos dos outros, muitas vezes o desdém, dedicando-se por todos… e que, no fim de cada dia, sem mes­mo terem consciência do seu mérito, ofere­cem a Deus um coração imolado e puro, que consola o Coração de Jesus…

“Aplicar-me-ei, hoje, em falar pouco e em praticar ocultamente algumas ações boas”.

EXEMPLO

O “Estandarte”, jornal canadense de Montreal, em 1981 publicava: “O comandante da “Naiade”, o Sr. Almiranet de Cuverville, passou muitos dias em Montreal, onde deixou a mais favorável impressão entre todos os que tiveram a honra de o conhecer. Católico fervoroso, ele fez empenho em visitar os nossos estabelecimentos religiosos e, em várias casas, dirigiu a palavra à comunidade. Terça-feira o Sr. Arcebispo o conduzia ao Grande Seminário para lhe apresentar seu clero, que se achava em retiro: a recepção fez-se no salão do colégio, e o ilustre marinheiro pronunciou um discurso vibrante de patriotismo e amor à Igreja. A pedido do Prelado, o Snr. Almirante referiu a história da pacificação do Pe. Dorgére; depois, terminou dizendo: “Quero fazer-vos uma confidência: A devo­ção que me é cara sobre todas é a devoção do Sa­grado Coração de Jesus; devo-lhe todos os triunfos de minha carreira. Uma imagem do Sagrado Coração está fixada na proa da “Naiade”. Outra está em meu ca­marote, constantemente sob as minhas vistas. Toda sexta-feira, o capelão diz a Missa em minha câmara. Eu tenho um jornal fiel de tudo o que me sucede, e Já verifiquei que muitos acontecimentos, dos mais fe­lizes, se deram na sexta-feira, dia do Sagrado Coração. Esse jornal eu envio regularmente a Montmartre, e foi também neste santuário do Sagrado Coração que fiz depositar, como “ex-voto’, a riquíssima alabarda que foi levada em triunfo através do Dahomey em sinal do restabelecimento da paz e da proteção concedida pela França”.


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CONSAGRAÇÃO AO CORAÇÃO DE JESUS


Sim, Jesus, eu vos prometo recitar, to­dos os dias, uma oração ao vosso Sagrado Coração; prometo-vos venerar as piedosas imagens que o representarem à minha devo­ção; prometo-vos espalhar o conhecimento desta devoção e propagá-la.

Sede a minha fortaleza, a minha ale­gria, a minha felicidade!

“Farei um ato de consagração ao Coração de Jesus”.

Ao Coração adorável de Jesus dou e consagro o meu corpo e a minha alma, a mi­nha vida, os meus pensamentos, palavras, ações, dores e sofrimentos. Não me torna­rei a servir de parte alguma do meu ser, que não seja para o amar, honrar e glorificar.

Tomo-vos, pois, ó divino Coração, por objeto do meu amor, protetor da minha vida, âncora da minha salvação, remédio das minhas inconstâncias, reparador dos meus defeitos, e seguro asilo na hora da morte.

Ó Coração cheio de bondade, sede a minha justificação para com Deus, e apartai de mim a sua justa cólera.

Ponho em vós toda a minha confiança, porquanto receio tudo de minha fraqueza, como tudo espero de vossa bondade. Ani­quilai em mim tudo o que vos possa desa­gradar e resistir; imprimi-vos em meu coração, como um selo sagrado, para que jamais me possa esquecer de vós, e de vós ser se­parado. Isto vos peço por vossa infinita bon­dade: que o meu nome se inscreva em vós, que sois o livro da vida, e que façais de mim uma vítima consagrada inteiramente à vossa glória; que desde este momento seja eu abrasado e um dia inteiramente consumido pelas chamas do vosso amor; nisto consiste a minha dita, não tendo outra ambição se­não a de morrer em vós e por vós.

Assim seja.


 

DIA 28

Aos incrédulos e mundanos parece in­crível que alguém queira viver peregrinando e a mendigar por amor de Deus e do pró­ximo; julgam-no desprezível e condenável como sinal de indolência e profissão de ociosidade. S. Bento José Labre o quis e praticou, de modo tal que foi para ele o mé­rito e uma glória, e a Igreja, elevando-o a seus altares, mostrou que também isto pode ser um meio de santificação, e que os infeli­zes que as vicissitudes da vida forçam a im­plorar a esmola tem no céu um patrono es­pecial para lhes ensinar a resignação às re­pulsas e à confiança na Providência. Bento Labre, educado por um tio pároco de Erin, manifestou desde cedo inclinações piedosas e capacidade intelectual que deram esperan­ças de que viesse a abraçar o sacerdócio. Reservava para os pobres o melhor de suas refeições, lho ia distribuir às ocultas; en­tre os companheiros, a uns aconselhava, a outros repreendia amigável, e reconciliava os desavindos, fazendo tudo isso tão habilmente, que o povo o chamava o “pequeno Cura”. Grassando uma peste na freguesia, ele, embora avisado pelo tio de que se deve acautelar, o acompanha sempre à visita dos enfermos, expondo-se de perto ao perigo; e toma sobre si a tarefa de alguns dos atacados, indo cuidar dos rebanhos que eles guardavam, ou carregando às costas fardos de forragem que deveriam transportar. Morrendo de peste seu tio padre, Bento Labre, logo que pôde, recolheu-se à Cartuxa de Neuville, e depois, em busca de um ins­tituto mais rigoroso, a Trapa de Sept-Fons, onde os superiores, embora edificados pela sua conduta, não o puderam conservar pela declaração dos médicos de que era muito débil para observar a Regra. Destinava-o Deus à singular função de passar entre os povos como um vivo exemplar do Divino Crucificado, lembrando aos ricos o “quid prodest?” (que se lucra?) que tantas ve­zes lhes segreda o vácuo d’alma, e fazendo ver aos indigentes que a pobreza aceita e pa­ciente é um tesouro que enriquece e alegra a alma. Com uma pobre veste, um bastão, o Crucifixo pendente ao peito e um rosário de grossas contas passado ao pescoço atra­vessou a pé extensas regiões da França, Es­panha, Itália e Alemanha, visitando os san­tuários mais notáveis, onde ficava longas ho­ras embebido na oração. Circunstantes, e quem era desconhecido, viram-no por vezes nos templos, cercado de uma auréola que mal deixava perceber numa quase escuridão os que se achavam em redor, com os olho fitos no céu e suspenso do chão. Seu pere­grinar não era nem um instante ocioso; ca­minhava, fazendo sempre o bem: aqui, a consolar um aflito; ali, a dar um conselho de salvação ou a pensar um enfermo; adiante, a obter do céu uma graça para quem o beneficiara, e, a miúdo, a repetir com seus irmãos indigentes a esmola toda que rece­bera. Numa de suas viagens, recolheu-se atacado de febre ao hospital de Paray-le-Monial, onde tanto impressionaram às Irmãs o seu aspecto penitente e atos de virtude, que elas guardaram com apreço as migalhas de pão que deixou de suas refeições; e as Religiosas da Visitação por sua vez não es­queceram nunca o êxtase fervoroso em que ele ficava longas horas no lugar das apari­ções do Salvador. Em Roma, ia frequentemente orar numa capela da igreja do Gesu, onde havia um painel do Sagrado Coração; e nas igrejas em que se fazia a adoração das “Quarenta-Horas”, pedia que o deixassem passar a noite de guarda ao Santíssimo Sa­cramento. Antes de dormir, todos os dias se consagrava ao Divino Coração dizendo: “Eu quero de toda a minha alma repousar em vossa santa graça. Este coração que me destes onde melhor o posso colocar do que no vosso? É aí que eu o deposito, é meu doce Jesus! É aí que eu quero habitar e que desejo tomar o meu descanso”. Sua vida foi “um ato contínuo de adoração”, que veio a encerrar-se com a mais suave morte numa quarta-feira santa, em que ouviu muitas Mis­sas e à leitura da Paixão se desfazia em lá­grimas e caía em delíquio. O corpo ficou insepulto até a Páscoa e se conservou flexí­vel como se estivera só adormecido, sem a mais leve exalação má. O povo afluiu em massa a contemplar e bendizer o “Santo das Quarenta-Horas” e foi um verdadeiro cortejo triunfal, mais sincero que o dos antigos Césares Romanos, o préstito para o enterramento desse mendigo que comia um pão esmolado e dormia ao relento!  

Mês do Sagrado Coração de Jesus. Mons. Dr. José Basílio Pereira. Editora Mensageiro da Fé. Fortaleza. 1962. Fonte.    
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Mãe do Salvador, rogai por nós!

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"Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém."

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vieram vos agradecer:
agradecer o Dom da vida;
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Estes vossos filhos, Senhora e Mãe, vieram também pedir e suplicar:
olhai, ó Mãe, estes vossos filhos e suas famílias;
olhai, ó Mãe, esta Paróquia e seu Vigário;
olhai, ó Mãe, esta diocese e seus Bispos;
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Ave Maria...

Informação

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