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sábado, 17 de dezembro de 2016

Poema à Imaculada

15/12/2016. Ainda estamos na Oitava da Festa da Imaculada Conceição de Maria. E vamos homenageá-la com um soneto italiano extraído do “Le feste della Santissima Vergine celebrate con ossequiosi sonetti”, escrito pelo Abade Giuseppe Taschini (1727-1808), de Modena (Itália), e publicado na cidade de Parma, pela editora dos Irmãos Gozzi, em 1797. De Maria numquam satis!!!   



Schiacciasti il serpe ben con piede invitto,

Vergine generosa; e il primo istante

Contavi appena. Nè già al par costante

Stette Mosè contra il Tiran d Egitto;

Nè con pari prodezza andò sconfìtto

Dal buon Davidde il Filisteo Gigante:

Nè Daniele al Re Caldeo davante

Sì il drago estinse ond’era il Regno afflitto

Deh ti mova il veder, ch’oltre a mill’ anni

Legato or si disciolse; e cruda guerra

Dà il fier Dragone a noi con sommi danni.

Schiaccialo novamente e quante sferra

Armi, calpesta: eludine gli inganni,

O sola eletta a consolar la Terra.




EM PORTUGUÊS  

Esmagaste a serpente bem, com pé invicto,

Virgem generosa; e o primeiro instante

Contavas apenas. Nem, ao par, constante

Esteve Moisés contra o Tirano do Egito;

Nem com similar proeza ficou vencido

Pelo bom Davi o Filisteu Gigante:

Nem Daniel ao Rei Caldeu diante

Assim o dragão extinguiu, onde estava o Reino aflito. 

Eia!, Te mova o ver que, após mil anos

Atado, ora se soltou; e crua guerra

Faz o feroz Dragão a nós, com sumos danos.

Esmaga-o novamente, e quantas desferir

Armas, pisoteie: eluda os enganos,

Ó única eleita a consolar a Terra!


Fonte: http://www.radiospada.org/2016/12/poesia-sonetto-per-la-concezione-immacolata. Por Piergiorgio Seveso. 
Tradução livre: Giulia d'Amore  (poesias não são faceis! Se tiver algum erro, faça a caridade de me avisar)

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